



Este é o primeiro de dois posts atrasados, mas o acesso à internet tem sido dificil.
O dia começou duro com o despertador a tocar às 6h30, mas eu e a minha mãe took one for the team, de modo a garantir um bom dia de viagem com destino a Angra dos Reis.
Fomos até ao aeroporto e o que parecia simples tornou-se complicado. Trocar o nome da reserva foi muito dificil e demorou bastante. A senhora era bem lentinha e lerdinha. Felizmente estavamos com o Gianlucca (o agente turistico) que tratou de resolver o problema. Ele bem disse que ele era muito organizado (em comparação com os brasileiros). Quando ele disse isso deu-me um pouco de vontade de rir porque até então ele tinha sido muito solicito mas aparentemente pouco eficaz. Mudei de opinião no aeroporto. Para levantar o carro demoramos mais ou menos uma hora e vinte e quando fomos embora havia 7 pessoas na fila. Coitados, tinham a manhã traçada. Aterrisagem e bicha à espera (como eles dizem).
Chegamos a casa e estava tudo atrasado, particularmente o meu pai que ainda estava a dormir. Passei-me logo! Ainda para mais tinha acabado de deixar o carro num parque onde se deixada a chave ao porteiro. Achei logo que ia ficar sem ele: o meu Palio Amore Mio. Felizmente a pouco e pouco as coisas aceleraram e passado um bocado estavamos de partida.
Arrancámos e logo estavamos às voltas. Havia várias estradas cortadas e o GPS dizia tudo mal. A Rocinha estava uma vez mais à nossa espera. Felizmente, eu, Perseu com o meu grande sentido de orientação resolvi a situação.
Seguimos pela Barra da Tijuca que era bastante feia, passamos depois por outra cidade ainda mais feia e ainda decidimos ir ver o centro da proxima cidade: Itaguaí - uma monstrousidade. Está na disputa pela cidade mais feia que já alguma vez vimos: vs LODZ, na Polónia. O pai estava a refilar do Palio e da suspensão, mas o problema eram as estradas. Piores que más! Altos, baixos, inclinações variadas, lombas e mais crateras. Ainda na ultima magnifica cidades avistamos um comboio infinito. Para cima de 100 carruagens. E logo de seguida, vimos outro parado que se perdia no horizonte. Já perto do nosso hotel, o tótó do GPS mandou-nos virar à esquerda. Quando demos por nós estavamos a atravessar uma Favela. Instalou-se um momento de pré-panico e fizemos umas precezinhas silenciosas, just in case. Depois de telefonemas e mais algum stress, lá encontramos o nosso hotel: Angra Fashion - muito muito lindo mas fora de fashion porque estava completamente vazio. Eramos senhores do quintal... da piscina, da praia privativa e do banho turco. Muito legau. Então dedicamos a tarde (eu, a Violeta e a Sara) a actividades aquáticas. Banho de praia, seguido de piscina e depois fomos aquecer para o banho turco, porque a temperatura estava fraquita e o mar muito tempestuoso. Mentira! A senhora do hotel é que achava que estava um mar perigosissimo. Dps mostramos as fotos.
Finalmente partimos para Angra, e tudo era como nos disseram. Bem feia - a cidade. Favelas por todo lado. Encontramos só um centrinho pequenito e girito, com mts barcos de pesca, e ensinámos à Sara a existência de traineiras. Estávamos esfomeados e fomos jantar. Comemos bastante bem, mas quando saímos ainda não tinha chegado mais ninguém. É que ainda eram só 7h30. A Sara mais uma vez não comprou sapatos, mas arrependeu-se à noite quando eu lhe falei dos bichos e insectos da floresta!! Cobras e primos que teriamos de enfrentar. Ela prometeu logo que compraria uns sapatos na primeira oportunidade (até agora nada). Quando chegamos ao hotel fomos jogar uns belos matrecos. Divertimo-nos muito, mas nem todos saíram de cabeça erguida.. É que: a Violeta arrasou toda a gente, a Sara e o Miguel prometeram mas só salvaram a honra. Eu, snif, snif, foi a desgraça. Calamidade total e absoluta.
Ás 9 estavamos todos já a caminho da cama. Que bébés!!
Bom e agora como acabei as minhas notas de post no dia em que as escrevi:
Beijinho e até amanhã!
"Eu, Perseu,..." ter o ego em ordem.OK!
ResponderEliminar